História e conceitos da Impressão 3D

Senhores,

Uma coisa que eu me toquei, é que sempre falamos de impressoras 3D, a tecnologia, mas raramente estudamos quando que a tecnologia surgiu e sua teoria de funcionamento. Para superar e entender de forma básica, fiz um post com um apanhado de informações que fui achando e montando em um único post.

Confiram, comentem e compartilhem em suas redes.

 

Funcionamento

Abaixo analisaremos as bases do funcionamento da tecnologia

O que é impressão 3D e por que eu me importaria?

A tecnologia da impressão 3D começou a revolucionar a maneira como produzimos peças e objetos nos últimos anos. A amplitude de itens produzidos por impressoras tridimensionais é imenso, e continua a se tornar mais ambicioso. Enquanto escrevo e você lê o post, pode-se estar sendo impresso brinquedos, roupas ou ferramentas. Também poderemos utilizar a tecnologia para confecção de instrumentos musicais ou até partes do corpo humano.

Sim, vocês estão lendo certo, o potencial é ilimitado.

Como a tecnologia funciona exatamente?

A melhor forma de entender o funcionamento de uma impressora 3D passa por analisarmos uma impressora jato de tinta comum. Primeiro, cria-se um arquivo computadorizado, independente do que ali estiver. Uma vez pronto a ser impresso pelo computador, utilizados o comando “Imprimir” da aplicação. A impressora então extruda a tinta que sai de seus cabeçotes a um papel. Após um ciclo, o resultado final é uma representação bidimensional de um arquivo digital. A impressão 3D funciona de forma semelhante, porém com ciclos de impressão extras.

Com impressão 3D, você também necessita enviar um arquivo digital a um dispositivo. Os arquivos são denominados como modelos, arquivos gráficos 3D, arquivos CAD e outros tipos. Independente do que forem, as impressoras 3D necessitam de um arquivo antes de imprimir o seu projeto. Nas tecnologias mais populares, a impressão 3D usa um tipo especial de tinta, também conhecido como filamento. Eles podem ser de uma gama de termoplásticos, metais, vidros, papéis ou até madeiras. Outra principal característica, é que a impressão 3D funciona através de múltiplos ciclos, gerando camadas, até criar um objeto físico. É aí que nasce o nome de “Manufatura aditiva”.

História baseado em fases e classificações de períodos

Primeiramente, temos que nos tocar que a tecnologia é bem mais antiga que muitos imaginam. E muitas coisas são realizadas com a tecnologia, mas nem conseguimos mensurar.

Basicamente falaremos, conforme uma classificação que vi em um post, de três períodos da tecnologia

  • Infância
  • Adolescência
  • Fase adulta

Infância – 1981 a 1999

  • 1980: Primeira patente de prototipagem rápida por um japonês, o Dr. Kodama
  • 1984: estereolitografia por franceces, depois abandonada
  • 1986: estereolitografia desenvolvida por Charles Hull
  • 1987: primeira máquina SLA-1
  • 1988: primeira máquina da DTM Inc
  • 1990: primeiro lançamento da EOS Stereos
  • 1992: tecnologia FDM patenteada pela Stratasys
  • 1993: fundação da Solidscape
  • 1995: A Z Coroporation obteve uma licença exclusiva do MIT
  • 1999: Órgãos fabricados trazem novos avanços a medicina

Adolescência – 2000 a 2010

  • 2000: O primeiro Rim impresso é criado
  • 2000: MCP Technologies introduz a tecnologia SLM
  • 2005: A Z. Corp lança a Spectrum Z510, a primeira impressora 3D disponível no mercado que imprime colorido e em alta definição
  • 2008 – A primeira prótese de perna é impressa
  • 2009 – A patente da tecnologia FDM é tornada pública

Fase Adulta 2010 até os dias atuais

  • 2010: Urbee se torna o primeiro protótipo de carro impresso
  • 2011: A universidade de Cornell começa a construir uma impressora 3D para comidas
  • 2012: A primeira mandíbula para implante é impressa e cirurgicamente implantada
  • 2013: Impressão 3D faz parte do discurso a nação feito pelo presidente Obama
  • 2016: O laboratório de Daniel Kelly’s anuncia  estar apto a realizar impressão 3D de ossos

Conclusão

A ideia é falar mais de impressão 3D aqui no blog para que possamos analisar novos potenciais de desenvolvimento de produtos.

Sds,
Guilherme Kastner